A reação das pessoas em uma situação limite, chamou-me atenção neste filme tenso, naturalmente violento, mas acima de tudo interessante. Pois, Celda 211 não retrata, apenas, o cotidiano de uma prisão, mas o contraste entre o bem e o mal, e, o que se é capaz de fazer para sobreviver e para manter interesses próprios.
As nossas duas faces, ou seja, o nosso lado bom e o nosso lado mau intrínsecos da natureza humana são colocados a mostra e perceptível na postura de Juan Oliver, que finge ser um prisioneiro para sobreviver e se torna um assassino ao ser delatado; na postura de Maldonado, preso altamente perigoso, que se sensibiliza com o amor de Juan Oliver; na postura dos agentes em não assumirem seus erros; na postura da cúpula responsável pelo sistema prisional, preocupada em proteger integrantes do ETA, para garantir seus próprios interesses.
Assim, diante da interessante rede mostrada no filme Celda 211 de Daniel Monzón podemos nos perguntar: Quem é bom, será em qualquer momento? E quem é mau, será em qualquer situação?
martes, 18 de mayo de 2010
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