O autor trata, nesta canção, sobre o MUNDO GLOBALIZADO e traz diversos exemplos – alguns curiosos - desta globalização, seja nas indústrias, no comércio, na moda, na música (inclusive esta mesma é um exemplo de globalização), no cinema (na cultura, em geral), na tecnologia, na comunicação, como também nas relações humanas.
Este processo de globalização vem se intensificando desde os anos 90 e os exemplos dados pelo autor desta música são bastante ilustrativos de que ele atinge todas as partes do mundo – como o próprio nome diz - e em áreas as mais distintas que a gente possa imaginar. Tanto é que muitas vezes, nem nos damos conta desta diversidade globalizada que nos cerca.
No entanto, fica claro, principalmente, quando da última frase da canção “crianças iraquianas fugidas da guerra não obtém visto no consulado americano do Egito para entrar na Disneylândia” que o autor quis passar que este processo de globalização tanto pode ser para o bem, como para o mal, pois em meio a tantas “trocas” e intercâmbios, há também a presença globalizada do preconceito, da intolerância, do racismo, que também transitam neste pacote mundial.
martes, 30 de marzo de 2010
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