martes, 30 de marzo de 2010
Comentário sobre Disneylândia
A canção Disneylândia que aparenta ser apenas uma ode a globalização – que se mostra no intercâmbio frenético que promove ganhos, conhecimento e convívios através de permutas generalizadas: comerciais, culturais, interpessoais, comportamentais e outros – revela que esta troca só existe enquanto mais lucrativa aos principais interessados: aqueles que, de alguma forma, detém o poder, quer seja a indústria ou país dedicado favorecido com a mão-de-obra e matérias-prima acessíveis, quer seja os contrabandistas e falsários tirando vantagem de suas mercadorias baratas e até mesmo nos belos exemplares em exposição que deixam sortidos e interessantes os zoológicos e museus ou nas matérias sensacionalistas mais voltadas a audiência que a solidariedade. Espero ter deixado claro que não coloco todos em um mesmo patamar apenas quis frisar que sempre haverá interesses por trás de tudo, alguns até bons e louváveis, mas outros não. Diante do exposto, concluo o meu texto com a seguinte pergunta: Que ‘utilidade’ tem ao Consulado Americano no Egito permitir que ‘crianças iraquianas refugiadas da guerra’ entrem na Disneylândia?
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