O mundo hoje é o retrato da globalização. Fronteiras econômicas, culturais, religiosas (em alguns casos!), artísticas, acadêmicas, enfim.... Em épocas outras, estas fronteiras existiram e eram um forte impeditivo para o livre ir e vir das pessoas e o que delas surgisse. Hoje, o mundo global tornou estas fronteiras bem mais acessíveis buscando a máxima do capitalismo que é consumir, consumir, consumir.... O que implica em gastar, gastar, gastar e fazer a roda da economia capitalista continuar a girar.
Disneylandia retrata isto. É a interpenetração de pessoas, é a liberdade de locomoção, é a liberdade de expressão, é o todo dinâmico que ao mesmo tempo é caótico e supostamente necessário. Que ele existe, é um fato inquestionável. Mas o fato é que nem sempre nós, pessoas ligadas à nossa realidade imediata, não nos apercebemos o quanto enovelado é a teia de relações humanas. A letra da múscia nos faz lembrar que toda essa confusão que a música nos passa, nada mais é que o real da vida moderna, horas pela ótica positiva, horas pela ótica negativa.
É um tipo de poesia abstrata e secamente concreta. É o tipo de letra onde após ouvi-la e/ou lê-la, temos que parar e pensar sobre o que ela quer dizer, já que a sua expressão não segue em linha reta.
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