O Labirinto do Fauno
Espanha, 1944. A Guerra Civil já terminou, mas um grupo de rebeldes continua a lutar, invencívelmente. O Capitão Vidal, um oficial fascista, tem ordens ou anseia por eliminar os rebeldes nessa terra. Ofélia, uma menina sonhadora de dez anos, vai para Navarra, morar com a mãe, que está grávida e frágil, e conhece o padrasto, o Capitão Vidal. Mas ele não faz qualquer esforço para se aproximar da enteada. Sozinha, Ofélia procura companhia e amizade em Mercedes, uma cozinheira que trabalha para as tropas do padrasto. Até que um dia, Ofélia, fascinada por contos de fadas, descobre um grandioso labirinto. No centro do labirinto, conhece Pan, um velho brincalhão que diz conhecer a sua verdadeira identidade. Segundo ele, Ofélia é uma princesa, filha desaparecida do Rei das Fadas. E Pan oferece-lhe a oportunidade de voltar ao mundo secreto e governar o reino de seu pai. Mas primeiro, deverá executar três tarefas antes da Lua cheia… E ninguém pode saber, nem a mãe, nem Mercedes, e muito menos o Capitão Vidal, que planeia mandá-la embora. O tempo esgota-se para os rebeldes e para Ofélia. Todos têm de combater a crueldade para conseguirem a liberdade. “O Labirinto do Fauno” foi um dos filmes mais nomeados aos Óscares, totalizando seis nomeações: Melhor Filme Estrangeiro, Argumento Original, Banda Sonora, Direcção Artística e Melhor Fotografia.
O que mais impressiona no filme é o contraponto estabelecido entre os dois mundos o de Ofélia e o do Capitão. E disto percebe-se que a diferença é o endereço pois ambos são dominados pelo fanátismo e surrealismo. Ficando assim demonstrada a extrapolação quase absoluta do mundo real. O coronel é um fanático louco e a menina uma visionária. Qual a diferença? Então fica-lhe bem e justificada as diversas nomeações a referendos a premiação do Oscar, por dominar e sensibilizar magistralmente pela simplicidade e coerência com a época a que se remeteu.
Bezerra
miércoles, 27 de octubre de 2010
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