O filme passa um realismo cruel e violento ocorrido, possivelmente, e repedtidamente em presídios mal estruturados ou estruturados em cima de uma lógica monstruosa que produziria os efeitos já esperados. O filme não teve apelo aos efeitos especiais para dramatização da situação ocorrida durante o suicídio do presidiário da sela 211 e na manifestação no momento em que a mulher do funcionário é fortemente agredida pelo chefe do presídio, morre. Isso desencadeia, junto a mídia, um movimento de revolta da população e então ocorreriam as mudanças estruturais que iriam desmontar o esquema de corrupção e violência nestes presídios. O carandirú é o que se poderia usar como exemplo ocorridos nos presídios brasileiros. A mudança só ocorreria aós sua implosão. Esse é o meu comentário.
León é o correto, pois sendo a silaba forte a última sabemos que a palavra é Aguda e a regra para acentuá-las é "acentuam-se quando terminadas em vogal, ou "n" (é o caso) ou "s". Ana
Comentando o filme "Celda 211" - Daniel Monzon.
ResponderEliminarO filme passa um realismo cruel e violento ocorrido, possivelmente, e repedtidamente em presídios mal estruturados ou estruturados em cima de uma lógica monstruosa que produziria os efeitos já esperados. O filme não teve apelo aos efeitos especiais para dramatização da situação ocorrida durante o suicídio do presidiário da sela 211 e na manifestação no momento em que a mulher do funcionário é fortemente agredida pelo chefe do presídio, morre. Isso desencadeia, junto a mídia, um movimento de revolta da população e então ocorreriam as mudanças estruturais que iriam desmontar o esquema de corrupção e violência nestes presídios. O carandirú é o que se poderia usar como exemplo ocorridos nos presídios brasileiros. A mudança só ocorreria aós sua implosão.
Esse é o meu comentário.
Bezerra
León é o correto, pois sendo a silaba forte a última sabemos que a palavra é Aguda e a regra para acentuá-las é "acentuam-se quando terminadas em vogal, ou "n" (é o caso) ou "s".
ResponderEliminarAna