martes, 6 de abril de 2010

Centro de Recusrsos Didáticos

A primeira vez que ouvi Jérferson falar sobre o Centro de Recursos Didáticos na UFBA, estranhei, pensei que estivesse equivoicado, pensei no CPD. A sorte foi que ele explicou do que se tratava, eu percebi o quão desinformado estava.
Alguns alunos pensavam que o local ficava no PAF III, mas pelas indicações de Jérfeson, era no Centro de Convivência. Este foi construído a pouco menos de uma década, no reitorado de Heonir Rocha, numa resposta a "luta" dos estudantes pela reativação do Restaurante Universitário. Infelizmente depois de concluída a obra de engenharia, cometeu-se um pecado, o local ficou por vários anos fechado e inutilizado.
Agora estão dando alguma utilidade, não sei se a melhor, mas já é alguma. Na visita ao Centro de Recursos Didáticos da Embaixada da Espanha foi se não estou enganado a primeira vez que entrei naquele recinto.
O local do Centro de Recusros Didáticos não é espaçoso, de uma primeira olhada pensei que tivesse pouco material, mas ao final vi que há muitos livros interessantes para um principiante em Espanhol como eu.
Na conversa com a responsável pelo Centro ( esqueci o nome dela), mais desinformação minha, não sabia por exemplo que estão construindo o PAF V. Ela nos contou das dificuldades que se tem na UFBA, muito em vista da grandiosidade da isnstituição e dos muitos setores.
Ela explicou o que é o Centro, falou-nos do convênio com a UFBA, sendo tudo dito em Espanhol e conseguiamos entender tudo. Ela demosnstrou que já conhece alguma coisa sobre o Brasil, tratou de alguns aspectos geográficos e culturais do nosso país.
A experiência profissional da "palestrante" fez-me refletir sobre algumas coisas da linguística, não sabia que existia o Italianol. Ela também confirmou uma coisa que Jérfeson havia dito fora da classe de Espanhol: os nativos de língua portuguesa possuem uma facilidade em entender o Espanhol, mas do que o contrário.
O exemplo que ela nos trouxe foi de que os espanhóis conseguem falando mpausadamente serem entendidos pelo portugueses, mas a língua o modo de falar dos portugueses é mais díficil.
Uma coisa que ela explicou foi sobre os sotaques, em Espanhol "acento", disse que estva usando um modo de falar que não é o cotidiano dela.Talvez fosse interessante que tivesse pedido para ela falar do modo da região dela.
Um assunto que passa até por engraçado é a diferfença entre a gente e la gente, para os brasileiros a expressão que dizer nós e para os espanhóis outros.
Eu teria mais coisa a comentar, mas por agora deixarei para depois ou quem sabe para nunca.
Valeu a pena a visita e ficar um pouco mais informado.

2 comentarios:

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  2. Por favor, façam as correções, não estou com paciência para tal.
    Obriogado Galera

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