martes, 16 de marzo de 2010

TRADUÇÃO LA GRIPE PORCINA

A GRIPE SUINA

Gripe H1N1- Esse é o novo nome eleito pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para referir-se à gripe causada por esse vírus. A OMS rebatizou a enfermidade para evitar a palavra suína, evitando prejuízo para o setor. Na quarta feira, O Ministério da Saúde decidiu, chamar a nova gripe, segundo recomendações da Comissão Européia” Decidimos chamá-la nova gripe, para não causar efeito negativo sobre a nossa indústria”. A delegada da Saúde, Androulla Vaciliou assegurou que a carne de porco é segura quando está cozida.
A União Européia é o maior exportador mundial de suínos. A Espanha é o quarto maior produtor de carne suína do mundo, perdendo para a China, Estados Unidos e Alemanha. Segundo a Associação das Indústrias de carne da Espanha (AICE). Este setor lembra que a gripe não tem nada a ver com o consumo de carne, como no caso das vacas loucas e da gripe aviária. A Coordenadora da Organização de Agricultura Pecuarista (COAG) aplaude a troca do nome” Comunicamos ao Ministério da Agricultura que é injusta a denominação de gripe suína, porque nada tem a ver com porcos”, assegura Miguel Padilla, porta-voz da coordenadora.
Por hora o mercado não parece ter sentido “As pessoas continuam comprando carne, mas de um dia para outro”.... O medo é livre, contesta uma vendedora em um posto de abastecimento de Madri.
Na União Européia não há unanimidade sobre o nome da enfermidade. Há algum tempo a Comissão recomendou a troca na República Checa. O Presidente da União Européia convocou os ministros da Saúde para uma reunião, para tratar da “gripe suína”.
Tampouco a França segue, até o momento o conselho de Bruxelas, no que se refere á gripe como “epidemia de infecções respiratórias graves no México”. O México é o país mais afetado e mantém a denominação “influenza suína”.
Os Estados Unidos foram os primeiros a referirem-se à enfermidade como “gripe H1 N1”, para não transmitir a impressão de que o vírus é transmitido por porcos. Sua poderosa indústria de carnes também dá boas razões para o mesmo. Todavia alguns paises vêm adotando medidas para limitar a entrada de carne suína. A China, Filipinas, Nicarágua e o Egito adotaram a mesma medida, este último sacrificou milhares de animais. O Fundo das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), menos drástica, “recomendou a manutenção do controle nas granjas suínas”.
O ato de rebatizar não foi insignificante. O mal das vacas loucas, detectado na Espanha em 1996, deixou um saldo negativo mensal de dez bilhões de pesetas. Mesmo com toda a segurança que os mercados ofereciam o nome não ajudava.
Não é o primeiro debate que se produz em torno do batismo de um vírus. Um antivírus isolado em Madri “Nuevo México” tomou o nome daquela localidade. A imprensa sensacionalista de Madri disse que passou a denominá-lo oficialmente de “vírus sem nome”.

PARTICIPANTES DA TRADUÇÃO
Zózimo
Gilvany Liger
Edelson de Assis

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