Na minha opinião, a música aparece como um desabafo: o autor teve a intenção de abordar os aspectos da globalização no que tange às influências culturais, sociais e econômicas que atravessa as barreiras da geografia dos países. Enfoca o contrabando mundial da pirataria, tráfico de animais, quebra de privacidade, interelações e muito sutilmente a soberania americana no contexto mercadológico.
Deixa claro o imperialismo das desiguldades sociais, principalmente quando se reporta aos meninos iraquianos e ao desejo de irem à Disneylândia, centro de diversão e entretenimento das famílias capitalistas e abastadas.
Enfim, o título da música é um paradoxo e o autor deixou subliminarmente a sua aversão a esta miscelânea global.
sábado, 27 de marzo de 2010
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